A Palavra

Eugene H. Peterson, professor emérito do Regent College, em Vancouver – Canadá, diz o seguinte: Esse livro (a Bíblia) nos torna participantes no mundo da existência e da ação de Deus; nós não participamos dele em nossos próprios termos. Não elaboramos a trama nem decidimos qual será o nosso personagem. Esse livro tem poder gerador: coisas acontecem conosco quando permitimos que o texto nos inspire, nos estimule, repreenda, apare as arestas. Ao chegar ao fim desse processo, não somos mais a mesma pessoa.

sábado, 15 de abril de 2017

ONDE ESTÁ ELE?

Uma das coisas mais lindas que eu assisti na minha vida, foi a Paixão de Cristo encenada no Teatro ao vivo de Nova Jerusalém, Pernambuco. Como muitos sabem, é um teatro onde você acompanha os artistas, caminhando de palco em palco, onde são montadas as cenas. Você tem a sensação de estar vivendo mesmo tudo aquilo. Chorei de me acabar, claro, mas o que mais me emocionou foi a ressurreição, quando Jesus sai daquela tumba com roupas brancas e um aspecto tranquilo de paz, porém, com um brilho especial que confirmava a vitória e autoridade estrondosas que Ele tivera sobre a morte e os seus executores; totalmente diferente de quando fora colocado ali na sexta-feira, depois da Sua morte na cruz.

Esta cena descrita abaixo por João, um dos seus discípulos, também é linda e nos enche de esperança ao lembrarmos que, um dia, também o veremos, vestido de toda sua glória e majestade. Leia com o espírito rendido a este fato; Ele ressuscitou mesmo!

No primeiro dia da semana, bem cedo, estando ainda escuro, Maria Madalena chegou ao sepulcro e viu que a pedra da entrada tinha sido removida.
Então correu ao encontro de Simão Pedro e do outro discípulo, aquele a quem Jesus amava, e disse: "Tiraram o Senhor do sepulcro, e não sabemos onde o colocaram! "
Pedro e o outro discípulo saíram e foram para o sepulcro.
Os dois corriam, mas o outro discípulo foi mais rápido que Pedro e chegou primeiro ao sepulcro.
Ele se curvou e olhou para dentro, viu as faixas de linho ali, mas não entrou.
A seguir Simão Pedro, que vinha atrás dele, chegou, entrou no sepulcro e viu as faixas de linho, bem como o lenço que estivera sobre a cabeça de Jesus. Ele estava dobrado à parte, separado das faixas de linho.
Depois o outro discípulo, que chegara primeiro ao sepulcro, também entrou. Ele viu e creu.
( Eles ainda não haviam compreendido que, conforme a Escritura, era necessário que Jesus ressuscitasse dos mortos. )
Os discípulos voltaram para casa. Maria, porém, ficou à entrada do sepulcro, chorando. Enquanto chorava, curvou-se para olhar dentro do sepulcro
e viu dois anjos vestidos de branco, sentados onde estivera o corpo de Jesus, um à cabeceira e o outro aos pés.
Eles lhe perguntaram: "Mulher, por que você está chorando? " "Levaram embora o meu Senhor", respondeu ela, "e não sei onde o puseram".
Nisso ela se voltou e viu Jesus ali, em pé, mas não o reconheceu.
Disse ele: "Mulher, por que está chorando? Quem você está procurando? " Pensando que fosse o jardineiro, ela disse: "Se o senhor o levou embora, diga-me onde o colocou, e eu o levarei".
Jesus lhe disse: "Maria! " Então, voltando-se para ele, Maria exclamou em aramaico: "Rabôni! " (que significa Mestre). Jesus disse: "Não me segure, pois ainda não voltei para o Pai. Vá, porém, a meus irmãos e diga-lhes: Estou voltando para meu Pai e Pai de voc
ês, para meu Deus e Deus de vocês".

Foi para nos tornar “filhos” de Deus, como Ele, que Jesus enfrentou tudo aquilo. E o mais importante: Ele venceu e está vivo, em outra dimensão, onde também estaremos um dia, festejando a sua vitória e adorando ao único Deus que pode garantir a vida eterna aos que são seus filhos. Deus é “infinitamente” Santo e absolutamente Perfeito; apenas Ele mesmo poderia nos aperfeiçoar até este nível. E foi isso mesmo que Ele fez ao enviar Jesus para nascer de modo sobrenatural, viver e morrer, também de modo sobrenatural, visto que Ele nunca pecou apesar de estar revestido da natureza humana. Se não fosse pelo sacrifício, em pureza absoluta, de Jesus, não haveria como purificar o nosso espírito da degeneração que o pecado nos trouxe, nem poderíamos apagar nossos erros e anular nossos defeitos ao ponto de satisfazer a perfeição de Deus, por mais que vivêssemos zilhões de vidas e enfrentássemos outros zilhões de mortes.


Graças a Jesus, não precisamos disso, porque a morte dele cumpriu todos os requisitos da perfeição absoluta de Deus. Ele conquistou para nós a justificação, o perdão e a santidade necessária para que possamos também ser filhos do Altíssimo. Alegre-se! Ele está vivo e venceu a morte e o pecado por nós!!!! 


quinta-feira, 13 de abril de 2017

TANTO AMOR E TANTA DOR! POR QUÊ?



Muita gente, até hoje, não entende, outros nem sequer se preocupam ou se lembram, outros, por incrível que pareça, ainda desconhecem ou não creem na existência da execução mais desumana da História, e muito menos no Executado. Desumana porque o ser humano em questão, (sim, Ele também foi humano) era completamente inocente e puro no sentido pleno da palavra. Não havia nele culpa nenhuma de qualquer natureza. Mesmo assim, foi executado da maneira mais torturante que se possa imaginar. Sofrendo, ao mesmo tempo, todos os tipos de angústias que atingem a humanidade; todas caíram sobre Ele de uma vez só.


Ele foi cuspido, humilhado, esbofeteado, açoitado com o pior tipo de instrumento, que é o azorrague; uma espécie de chicote com várias cordas terminando em pontas de metal que dilaceravam a pele e músculos do condenado. Depois, recebeu uma coroa de espinhos que lhe foi colocada na cabeça da maneira mais violenta possível para que, assim, machucasse muito o couro cabeludo e a fronte. Em seguida, foi obrigado a carregar sua própria cruz, já exausto e enfraquecido pela tortura, até o Gólgota; onde foi pregado pelas mãos e pés no madeiro. Ali, sofreu dores inimagináveis por muitas horas, padeceu pelo frio era inverno quando Ele foi para a cruz sentiu fome, sede, sentiu a zombaria dos executores e também a tristeza e a dor de sua mãe e dos que acreditavam na Sua palavra, eles estavam todos ali, ao pé da cruz presenciando seu imenso sofrimento.


Apesar de toda a dor, Ele continuou amando, consolando os que sofriam por Ele, salvando um dos ladrões, executados ao seu lado e rogou ao Pai que perdoasse os seus carrascos. Realmente, esse tipo de amor vai muito além daquilo que conseguimos sentir ou mesmo entender. No livro Sangrando até à vida falei bastante sobre isso, que é uma das coisas que mais me impressionam no amor tão despojado de Si mesmo que Deus nos oferece em Seu Filho, Jesus Cristo. Vou transcrever um bom pedaço da página 216 do livro:

...o Messias levou sobre si as transgressões, a iniquidade, as enfermidades e todas as dores do mundo. Podemos imaginar, então, a razão pela qual o seu sacrifício resultou no massacre que temos conhecimento. Ele carregou todas as penas, todas as culpas que nos cabiam como infratores da justiça santa de Deus. O primeiro ser humano decidiu desobedecer, decidiu tomar conhecimento do mal, e mal é isso: todas as piores dores do mundo; as enfermidades, a violência, a dor física, o desprezo, a rejeição, a injustiça, o deboche, a ofensa, o abandono a fome, a sede etc., tudo o que Jesus sofreu naquela cruz, e por fim, a morte. Quando penso em tudo isso, não vejo como não adorar a um Deus assim, que é verdadeiramente Deus, verdadeiramente corajoso e verdadeiramente amoroso a ponto de suplantar o mal através da entrega do supremo Bem, que é Ele próprio. Ele é o oposto de todo o mal, mas aceitou ser envolvido em suas garras para nos libertar dele, para que não tivéssemos que nos ver algemados a esse peso massacrante para sempre e, além de tudo, sofrer sem alívio todas as penas que o mal nos impõe.

Há muitos que não entendem e não aceitam o mistério da cruz de Cristo. Porém, nada de novo nisso também, pois o apóstolo Paulo já dizia: Certamente, a palavra da cruz é loucura para os que se perdem, mas para nós, que somos salvos, poder de Deus (I Cor. 1:18). O momento da cruz visto sob a ótica humana e racional não nos fala de vitória, pelo contrário, nos fala de derrota, de subjugação, de impotência, de morte, porém, no espírito que é regenerado e iluminado pelo Espírito Santo, tudo isso é refletido pela cruz da maneira como as coisas realmente aconteceram no mundo espiritual. Cristo não foi derrotado, Ele venceu; Cristo não foi subjugado, Ele se submeteu por livre escolha; Cristo não estava impotente diante dos seus carrascos, pelo contrário, seus carrascos desconheciam Sua força real naquele momento; e por fim, Ele não sangrou até à morte, Ele sangrou até à vida; vida que ele conquistou para nós quando decidiu enfrentar a morte e, ao contrário do que se pensa, subjugá-la. A morte não o reteve, Ele ressuscitou e venceu o poder da morte.


Por isso, acredite! Ele é o Único que tem legalidade para garantir a sua vida depois desta vida. Ele é Deus, e guarda com Ele as origens da vida e a vitória sobre a morte! Alegre-se!! Ele ressuscitou e é digno de ser adorado! 





terça-feira, 1 de novembro de 2016

UMA VIDA DE VALOR

Porque não me envergonho do evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê ...” Romanos 1.16

Temos ouvido muito um pregador, jovem, e bem diferente dos pregadores convencionais que conhecemos nas igrejas. Ele vive falando do evangelho em todo lugar. Seu nome: Todd White. Um cara que por 22 anos foi drogado, vivendo uma vida totalmente regida pelo ódio e pela revolta, pois foi abandonado e criado em lares que reuniam os negligenciados e revoltados nos EUA. Sua vida foi muito complicada, pois já aos 12 anos começou sua vida nas drogas. 

Uma das coisas que ele faz questão de comentar em seu testemunho de vida é que durante 34 anos da vida dele, NINGUÉM falou sobre a existência de um Deus, de um Salvador que poderia libertá-lo das drogas e da enorme carência de amor e de valor que existia dentro dele e que causava um abismo existencial em sua vida que não era preenchido por nada, nem mesmo pela droga mais pesada. 

Quando, enfim, ele foi alcançado pelo poder de um Deus que é vivo, real e amoroso e que procura comunicação com os seres humanos, sua vida mudou tão radicalmente que as pessoas que o conheciam acreditaram que ele tinha enlouquecido. Ele aceitou de maneira tão profunda e sincera a realidade do Cristianismo, que a mudança em sua vida atingiu toda sua família, mas não antes de pensarem que ele estava doido e o rejeitarem por um bom tempo com vergonha de assumirem uma fé tão pura e tão verdadeira como a que ele vinha tentando exercer. Nem sua esposa queria sair com ele na rua para não se sentir embaraçada com suas “atitudes” de fé.

Quando a fé chegou ao seu espírito, ele não tinha alojado dentro dele nenhuma outra informação contrária e nem a favor. Tudo era um terreno vazio e cheio apenas de ervas daninhas, espinhos e pedras que a vida e os relacionamentos humanos deixaram. Mas, nada relacionado a crença nenhuma ocupava um lugar ali. O que deu trabalho foi a limpeza do terreno das ervas daninhas e etc... Depois disso, e de muita persistência da parte dele em crer e exercer aquilo que ele descobriu que lhe pertencia por direito e que está registrado na Palavra de Deus, as coisas que pertencem ao reino sobrenatural de Deus começaram a acontecer e a mudança em todas as áreas da sua vida foram radicais. 

De uma pessoa que não conseguia nem ler direito pois tinha muita dificuldade de fixar as coisas na memória, ele passou a devorar a Bíblia e sua mente virou um HD e tanto. Ele tem tudo arquivado ali e distribui por onde passa cumprindo exatamente o que Jesus ordenou. Vão e façam discípulos. É o que ele tem feito por onde passa; e os milagres que Jesus disse que acompanhariam os que cressem estão sempre com ele no caminho por onde ele vai.

O tempo que ele sofreu sem saber da existência de um Salvador do espírito humano é algo que ele sente até hoje. E, por isso mesmo, faz questão absoluta de não deixar de falar de Jesus a ninguém que cruze o seu caminho. Ele revela o amor real de um Deus que o tirou das trevas para um reino de luz. Ele se alimenta do "Pão da vida" diariamente e constantemente, e isso é algo que faz toda a diferença. Pode-se notar, quando ele fala, que ele reflete um Deus que faz morada em seu espírito realmente, ele vive o que prega. Vive em unidade com a Palavra.

Em I João 4.15, lemos que " se alguém confessa publicamente que Jesus é o Filho de Deus, Deus permanece nele, e ele em Deus."  O que se nota na vida desse homem é exatamente isso; a “presença” de um Deus verdadeiro que transforma a vida de qualquer pessoa, que ama incondicionalmente e que perdoa os pecados, por mais terríveis que eles sejam, desde que haja arrependimento.

Em consequência disso, dessa Presença, o poder de Deus se manifesta nas palavras que este homem usa com quem ele encontra, seja onde for, e o amor de Deus tem salvado, curado e restaurado de maneira maravilhosa! Justamente da maneira como a Bíblia ordena que a Igreja atue; com sinceridade de coração, com fé genuína, pela atuação do Espírito Santo e em nome de Jesus, que é o nome que traz à existência todas coisas, naturais e sobrenaturais.  E mais, esse homem que fala todos os dias sobre o poder que o resgatou do vício e do ódio que habitava dentro dele, nunca se esquece de devolver a Jesus toda a honra e toda a glória, pois Ele é o único que venceu a morte e o pecado trazendo o ser humano de volta à condição de justificação diante do Pai. 

Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. João 3:16
E acontecerá que todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo. Atos 2:21

Quem crê n’Ele não é condenado; mas quem não crê já está condenado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus. João 3:18

sábado, 15 de outubro de 2016

CORAÇÃO DE PEDRA?






Este fato mencionado aí acima aconteceu em Roma, depois que Paulo apelou para César por ter sido preso, em Jerusalém, acusado injustamente, e sem evidência nenhuma, de incitar o povo à desordem. Foi enviado para Roma onde recebeu, afinal, permissão para morar por conta própria desde que permanecesse sob a custódia de algum soldado.

Ali, em sua casa, ele pediu aos líderes judeus para vê-los. Explicou toda a sua situação e eles lhe disseram que não tinham recebido nenhuma carta da Judeia dizendo qualquer coisa de mal contra ele. Contudo, os líderes decidiram ouvir o que mais Paulo tinha a dizer, por que teria sido acusado e etc. Assim, foram em grande grupo ao encontro de Paulo para saber o que ele pensava sobre a tal “seita” que vinha se espalhando por todo lugar.

Paulo passou um dia quase inteiro, desde a manhã até à tarde, explicando tudo aos líderes judeus, seus irmãos. Como lemos nos versos do início, alguns aceitaram as explicações e creram, outros não; começaram a discordar entre si mesmos e se retiraram do lugar.
Paulo fez uma declaração que os judeus já tinham ouvido no passado, da boca de Estêvão a quem eles mataram apedrejado. Dizia Estêvão enquanto era apedrejado por falar sobre Jesus:
Homens de dura cerviz, e incircuncisos de coração e ouvido, vós sempre resistis ao Espírito Santo; assim vós sois como vossos pais.
A qual dos profetas não perseguiram vossos pais? Até mataram os que anteriormente anunciaram a vinda do Justo, do qual vós agora fostes traidores e homicidas; Atos 7:51,52


Agora, o próprio Paulo, que na época consentira na morte de Estêvão, fazia o seu esforço para esclarecer a mente e o espírito daqueles líderes empedernidos e amarrados pelo mesmo erro no qual ele também tinha caído de início, rejeitando o Messias. Ele falou e falou desde cedo até ao entardecer, mas, foi obrigado a repetir a mesma coisa que também tinha sido dita através do Espírito Santo pela boca do profeta Isaías, antes ainda da vinda de Jesus ao mundo. Paulo repetiu as palavras do profeta:
“Bem que o Espírito Santo falou aos seus antepassados, por meio do profeta Isaías:
‘Vá a este povo e diga: "Ainda que estejam sempre ouvindo, vocês nunca entenderão; ainda que estejam sempre vendo, jamais perceberão".
Pois o coração deste povo se tornou insensível; de má vontade ouviram com os seus ouvidos, e fecharam os seus olhos. Se assim não fosse, poderiam ver com os olhos, ouvir com os ouvidos, entender com o coração e converter-se, e eu os curaria’.
"Portanto, quero que saibam que esta salvação de Deus é enviada aos gentios; eles a ouvirão! "
Depois que ele disse isto, os judeus se retiraram, discutindo intensamente entre si.  Atos 28:25-29


Percebemos que o esforço de Paulo foi compensador apenas para alguns, aqueles que aceitaram e, portanto, tiveram sua vida resgatada e justificada diante de Deus. Nos dias atuais a coisa não é diferente. Muita gente ouve, lê, recebe conhecimento “mental” das coisas espirituais e do rumo que elas estão tomando, aceleradamente, nesses nossos dias, mas, parece que nada afeta a sua compreensão real da esfera espiritual, nada alcança o espírito dessas pessoas; aliás, continua sendo como se essa dimensão não existisse mesmo. Suas atitudes não mudam, e não mudam porque não há confronto interior nem mental, nem espiritual, e então a mudança também não se mostra necessária. É o que podemos chamar de “torpor espiritual”.

Notem que no texto acima, de Atos 28: 25-29, o profeta Isaías fala que o coração do povo se tornou “insensível”. Houve um motivo para isso, não aconteceu da noite para o dia. Ele diz que: “de má vontade ouviram com os seus ouvidos, e fecharam os seus olhos.” Ele diz mais: ...”SE assim não fosse, poderiam ver com os olhos, OUVIR com os ouvidos, ENTENDER com o coração e converter-se, e EU (DEUS) os curaria. Esse foi o recado de Deus através do profeta Isaías para aquele povo endurecido que não conseguia mais crer.

Obviamente, todos têm o direito de aceitar ou não, mas, o problema é que eu conheço pessoas que, hoje, até “querem” crer... gostariam de crer e até sabem que é preciso ter fé. Mas não conseguem mais. E sabe por que não conseguem? Porque começaram, como eles, ouvindo de má vontade e fechando os olhos para a realidade espiritual. Assim, desprezaram as fases iniciais do processo de endurecimento que aconteceu em suas vidas. Sim, porque isso é um processo, e até certo ponto deste processo, ele pode ser revertido, passando dali, já não há mais recursos nem psicológicos nem transcendentes que possam permitir uma “ressensibilização” do espírito que vai se tornando cada dia mais impermeável a qualquer gota da “Água viva”, não consegue mais absorver nem mesmo a umidade da Única Fonte que que tem o poder de ressuscitá-lo. É assim que a alma acaba cauterizada e o espírito humano perde sua chance de salvação.
No último e mais importante dia da festa, Jesus levantou-se e disse em alta voz: "Se alguém tem sede, venha a mim e beba. Quem crer em mim, como diz a Escritura, do seu interior fluirão rios de água viva”. Ele estava se referindo ao Espírito, que mais tarde receberiam os que nele cressem. João 7:37-39

As pessoas que ouvem sempre e nunca levam a sério nem fazem uso da razão para buscar compreender, jamais serão alcançadas no seu espírito pelo Espírito Santo. A via de entrada para a Palavra de Deus no espírito de qualquer um é pelos ouvidos e olhos. Ou você ouve ou lê sobre isso em qualquer lugar atualmente. Está escrito em Romanos 10:17: Conseqüentemente, a fé vem por ouvir a mensagem, e a mensagem é ouvida mediante a palavra de Cristo.

Hoje muitos ouvem, leem e, mesmo assim, as coisas parecem não fazer efeito. É por causa da cauterização da alma, do endurecimento de coração. É preciso muita atenção com isso. O autor de Hebreus adverte com preocupação e com razão:
Cuidado, irmãos, para que nenhum de vocês tenha coração perverso e incrédulo, que se afaste do Deus vivo.
Pelo contrário, encorajem-se uns aos outros todos os dias, durante o tempo que se chama "hoje", de modo que nenhum de vocês seja endurecido pelo engano do pecado, pois passamos a ser participantes de Cristo, desde que, de fato, nos apeguemos até o fim à confiança que tivemos no princípio.


Se você, de alguma forma, sentiu-se incomodado com isso, ou até preocupado, não despreze essa sensação; isso é exatamente o “toque” do Espírito Santo em seu coração, não resista! Atenda, enquanto é tempo...





quinta-feira, 14 de julho de 2016

AS CRIANÇAS DE DEUS




 Chamando uma criança, colocou-a no meio deles, e disse: Eu asseguro que, a não ser que vocês se convertam e se tornem como crianças, jamais entrarão no Reino dos céus. Portanto, quem se faz humilde como esta criança, este é o maior no Reino dos céus.

 Cuidado para não desprezarem um só destes pequeninos! Pois eu digo que os anjos deles nos céus estão sempre vendo a face de meu Pai celeste.  JESUS CRISTO em Mateus 18:2-4 e 10 NVI

Neste trecho do livro de Mateus, Jesus tem uma séria conversa com seus discípulos na qual Ele ressalta o valor das crianças em sua inocência e humildade e assegura a posição privilegiada delas diante de Deus. A criança é exemplo de grandeza no reino celestial exatamente por sua pureza de sentimentos, sua facilidade em se livrar rapidamente de qualquer sentimento de rancor e vingança, e também por sua incrível capacidade de continuar confiando nos adultos mesmo quando estes traem sua inocência. Mesmo em toda esta vulnerabilidade, a criança é citada por Jesus como exemplo de quem é "maior" no reino de Deus. Tanto que Jesus adverte que se não nos tornarmos iguais às crianças, jamais entraremos no reino dos céus.

As crianças terão, sim, um lugar muito especial no reino de Deus, assim como já possuíam, desde sempre, um lugar privilegiado no coração de Jesus. O Mestre jamais impediu os pequeninos de se aproximarem d'Ele, e quando os discípulos tentavam poupá-Lo da curiosidade infantil, eram sempre exortados com firmeza. Confira esse registro de Marcos: “Alguns traziam crianças a Jesus para que Ele tocasse nelas, mas os discípulos os repreendiam[1] . Quando Jesus viu isso, ficou indignado[2]  e lhes disse: Deixem vir a mim as crianças, não as impeçam; pois o Reino de Deus pertence aos que são semelhantes a elas. Digo a verdade: Quem não receber o Reino de Deus como uma criança, nunca entrará nele”. Em seguida, tomou as crianças nos braços, impôs-lhes as mãos e as abençoou.  Marcos 10:13-16 NVI.

Você está vendo aqui um Mestre amoroso, preocupado com o universo infantil e todas as suas necessidades, enquanto a sociedade da época nem sequer contava as crianças, assim como acontecia com as mulheres. Durante todo o Seu ministério aqui no mundo, Jesus Cristo tratou de corrigir os valores deturpados que a sociedade impunha sobre as crianças, sobre as mulheres, sobre os pobres, os doentes, enfim, sobre todos os negligenciados de qualquer comunidade em que Ele chegava. Jesus era movido pelo amor e pela onisciência de quem criou todas as coisas e toda forma de vida, conhecendo, portanto, o valor real de tudo e de todos.

Tendo essa virtude divina de conhecer profunda e totalmente toda a Sua criação, Ele jamais permitiria que a cultura, a tradição e todos os mecanismos usados pelo ser humano no início da sua organização em sociedade deformassem ou reduzissem a importância de nada, muito menos de seres que Ele, o Pai e o Espírito Santo criaram à Sua imagem e semelhança. Qualquer ser vivo merece respeito e proteção, vemos isso nas próprias palavras de Jesus aos Seus discípulos explicando que nem sequer um simples pardal cairia por terra sem o consentimento de Deus, que faz tudo com propósitos definidos dentro da vida doada às Suas criaturas.

As crianças são exemplo de fé pura e inocente e ai daqueles que desprezarem e desrespeitarem essas virtudes infantis. Deus não deixará barato para ninguém que ouse interferir nessa inocência seja da forma que for. Uma sentença pesada está por trás dessas palavras do próprio Jesus quando ressalta o valor das crianças diante de Deus no texto em Mateus 18. 6-7 ; leia com atençaõ : Mas, se alguém fizer cair no pecado um destes pequeninos que creem em mim, melhor lhe seria amarrar uma pedra de moinho no pescoço e se afogar nas profundezas do mar. Ai do mundo, por causa das coisas que fazem cair no pecado! É inevitável que tais coisas aconteçam, mas ai daquele por meio de quem elas acontecem!

Toda forma de vida merece preservação e cuidado, mas nem toda forma de vida teve a honra de ser criada à semelhança de Deus, apenas nós, seres humanos recebemos este privilégio. Na Bíblia o ser humano é chamado de "coroa da criação"; ou seja, estamos no topo da pirâmide da vida e recebemos, de Deus, a incumbência de cuidar de toda fauna e flora do planeta. Obviamente para um evolucionista isso não faz sentido nenhum, porém, os mistérios do surgimento da vida são descritos na Bíblia como sendo orquestrados por uma fonte de sabedoria infinitamente superior a simples moléculas boiando em uma "sopa primordial" para depois transformarem-se em aminoácidos através da ação de raios ou calor num processo de bilhões de anos até gerarem a imensa variedade de organismos complexos que conhecemos hoje.

Quando notamos a máquina maravilhosa e perfeitamente elaborada para funcionar em detalhes moleculares impressionantes que é o corpo humano, sentimos que não haveria nada na Criação que fosse capaz de evoluir sem ajuda até atingir tamanha harmonia e propósitos tão bem definidos. Toda a Criação proclama a presença de um Criador, que está muito além de uma infinidade de partículas subatômicas com capacidade de organização própria.

Para podermos usufruir das coisas magníficas do Reino deste Criador, Deus, precisamos agir como as crianças, elas não ficam questionando os pais sobre o porquê de se usar a linguagem Java em programação, ou como é que em um computador ela consegue jogar com pessoas que estão do outro lado do planeta, ouvir a voz dessas pessoas e comunicar-se com elas em segundos. Seria uma completa inutilidade para a criança tentar entender os pormenores da computação, pois sua mente jamais alcançaria tudo o que se passa por trás de uma rede de internet. A criança simplesmente joga e aproveita o que pode compreender dessa maravilha tecnológica. 

Nossa situação em relação à fé e as coisas de Deus é semelhante. Certas coisas jamais conseguiremos entender enquanto estivermos neste estágio infantil de conhecimento. Apenas depois que alcançarmos a outra dimensão é que poderemos compreender todos os detalhes. Enquanto isso, se não nos colocarmos como as crianças, não aproveitaremos as possibilidades que a fé nos concede, assim como não entraremos no reino de Deus pois para isso precisamos crer, e não questionar, assim como faz a criança.

 “Porque nele foram criadas todas as coisas que há nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam potestades. Tudo foi criado por ele e para ele”.    Colossenses 1:16



 [1]
 [2]

sábado, 26 de março de 2016

QUEM PODE DERROTAR A MORTE?

Pois o que primeiramente lhes transmiti foi o que recebi: que Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras, foi sepultado e ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras, e apareceu a Pedro e depois aos Doze. Depois disso apareceu a mais de quinhentos irmãos de uma só vez, a maioria dos quais ainda vive, embora alguns já tenham adormecido. 1 Coríntios 15:3-6

As palavras acima são do apóstolo Paulo escrevendo à Igreja de Deus em Corinto. Os gregos não aceitavam a ideia da ressurreição do corpo, pois para eles, o corpo era uma prisão para o nosso espírito que é imortal. Portanto, como seguiam os princípios do Dualismo que apregoa corpo e alma como duas realidades não sujeitas uma à outra, duas substâncias irredutíveis entre si, para alcançarmos um estado de imortalidade seria necessário a separação do corpo para sempre. Paulo enfrentou muitos problemas por sua mensagem de ressurreição do corpo, em Corinto e no Areópago em Atenas.

Por isso, o apóstolo escreve em sua primeira carta aos Coríntios sobre isso mostrando a incoerência de muitos ali que não conseguiam apreender realidades mais profundas por trás da morte e ressurreição de Jesus Cristo. Vejam sua argumentação no correr do texto que foi citado ali no início:

Ora, se está sendo pregado que Cristo ressuscitou dentre os mortos, como alguns de vocês estão dizendo que não existe ressurreição dos mortos? Se não há ressurreição dos mortos, então nem mesmo Cristo ressuscitou; e, se Cristo não ressuscitou, é inútil a nossa pregação, como também é inútil a fé que vocês têm. Mais que isso, seremos considerados falsas testemunhas de Deus, pois contra ele testemunhamos que ressuscitou a Cristo dentre os mortos.

Mas se de fato os mortos não ressuscitam, ele também não ressuscitou a Cristo. Pois, se os mortos não ressuscitam, nem mesmo Cristo ressuscitou. E, se Cristo não ressuscitou, inútil é a fé que vocês têm, e ainda estão em seus pecados. Mas de fato Cristo ressuscitou dentre os mortos, sendo as primícias dentre aqueles que dormiram. Visto que a morte veio por meio de um só homem, também a ressurreição dos mortos veio por meio de um só homem. Pois da mesma forma como em Adão todos morrem, em Cristo todos serão vivificados. Mas cada um por sua vez: Cristo, o primeiro; depois, quando ele vier, os que lhe pertencem. I Coríntios 15.12-17; 20-23 (grifo meu).

Paulo sabia que a subordinação existente entre a Santa Trindade: Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo, era verdadeira, e, da mesma forma, Deus tem poder para subordinar novamente um corpo, uma alma e um espírito por meio da ressurreição deste corpo que deixará de ser limitado para tornar-se ilimitado, deixará a corruptibilidade para herdar a incorruptibilidade. Onde estaria então a insubordinação da alma e do corpo como criam os gregos? O texto é muito rico, vale a pena ler o capítulo 15 inteiro, pode crer...

Ele prossegue mostrando as possibilidades dentro deste assunto que é verdadeiramente empolgante. Ele usa uma analogia com a vida gerada pelas sementes plantadas, veja:

Quando você semeia, não semeia o corpo que virá a ser, mas apenas uma simples semente, como de trigo ou de alguma outra coisa. Mas Deus lhe dá um corpo, como determinou, e a cada espécie de semente dá seu corpo apropriado. 1 Coríntios 15:37,38. E ainda nos versos 42-44: Assim será com a ressurreição dos mortos. O corpo que é semeado é perecível e ressuscita imperecível; é semeado em desonra e ressuscita em glória; é semeado em fraqueza e ressuscita em poder; é semeado um corpo natural e ressuscita um corpo espiritual. Se há corpo natural, há também corpo espiritual. 1 Coríntios 15:42-44.

O que muito nos interessa é que a morte é tratada por Paulo como uma realidade adversa aos seres humanos, alguém precisaria derrotá-la. Preste atenção ao que ele diz sobre isso no verso 26 deste mesmo capítulo: “O último inimigo a ser vencido é a morte”. E esse inimigo foi realmente vencido por Jesus Cristo quando ressuscitou ao terceiro dia, Ele é a nossa vitória, a nossa Páscoa, a nossa promessa de ressurreição para uma vida que será eterna, quando estaremos livres para sempre desse inimigo como Paulo a define.

O sacrifício de Jesus foi imenso, definido na Palavra de Deus, Seu Pai, como o “penoso trabalho de Sua alma” (Isaías 53.11). Mas foi um trabalho completo, vitorioso e eterno; Ele garantiu nossa vitória sobre a morte pois a derrotou em nosso lugar quando ressurgiu em seu corpo glorificado, sendo visto pelos seus na época. Quando Ele retornar a essa dimensão como prometeu, os que morreram conscientes e crentes na Sua divindade e na Sua ressurreição primeira, passarão por essa mesma experiência. Serão igualmente ressuscitados em um corpo incorruptível e imortal, e então poderemos dizer finalmente: “Tragada foi a morte pela vitória” (verso 54 desse capítulo, parte final).

Estude esse assunto, você só tem a ganhar...

FELIZ PÁSCOA!!


quinta-feira, 3 de março de 2016

A VERDADE QUE LIBERTA


Aquele que crê no Filho de Deus tem, em si, o testemunho. Aquele que não dá crédito a Deus o faz mentiroso, porque não crê no testemunho que Deus dá acerca do seu Filho. E o testemunho é este: que Deus nos deu a vida eterna; e esta vida está no seu Filho. Aquele que tem o Filho tem a vida; aquele que não tem o Filho de Deus não tem a vida. I João 5.10-12

Muito do que se vê por aí hoje em dia, são palavras acariciando o engano e, dessa forma, conduzindo um número cada vez maior de pessoas para a morte espiritual. Em nome do respeito à liberdade de credo, que eu acho válido, procuramos sempre não ofender o amigo, o conhecido ou o parente. Concordo com isso, porém, não podemos fechar os olhos (e os ouvidos) para coisas que sabemos que levarão as pessoas que amamos, ou que simplesmente conhecemos, a um estado de perdição espiritual irreversível. Isso não é amor e nem é fé. É apenas um estado de inércia que beira a preguiça espiritual. É claro que é muito mais fácil nos abstermos de discordâncias e situações de confronto de ideias; isso não dá ibope e traz rótulos indesejáveis para a nossa vida. Aliás, todo mundo tem direito de escolha, e isso é uma grande e terrível verdade. Às vezes, precisamos respeitar a escolha do outro se ele decidir ir para o inferno. No entanto, se nos colocamos como "seguidores" de uma fé e temos certeza da verdade doutrinária que gera essa fé, temos, no mínimo, a obrigação ética (se não fraterna) de propagar (e comprovar) aquilo em que cremos para que mais pessoas possam ser beneficiadas pelas verdades da nossa crença.

É lógico que isto é complicadíssimo! Pois assim como temos a obrigação de manifestar nossa crença visto que o propósito dela é o bem comum e não apenas a nossa salvação, temos também que respeitar os limites que o direito do outro em sua liberdade religiosa carrega. Fica bem difícil, pois a verdade já foi completamente relativizada; você tem sua fé do ponto de vista budista, ele tem sua fé do ponto de vista kardecista, eu tenho minha fé do ponto de vista cristão e assim vai... Todos creem na sua própria verdade. Seria maravilhoso se isso funcionasse no mundo espiritual e redundasse em salvação para todo mundo. Mas não consigo ver essa possibilidade, até porque se todas as verdades pudessem ser consideradas absolutas, a mentira (realidade que se opõe à verdade) não existiria e não faria sentido termos nascido com a faculdade de escolha. Para quê? Se a verdade está em tudo e paira no ar à disposição de todos para decidirem qual delas mais se encaixa em suas preferências; isso pode ser qualquer outra coisa, menos "verdade".

Creio, sim, que existe uma única Verdade, que é absoluta e se sobrepõe a todas as demais pseudoverdades que são criadas, muitas vezes, por nós mesmos para validar algo que achamos mais fácil de seguir do que aquilo que já foi estabelecido, mas que, no entanto, tem suas origens na fonte da Verdade. Jesus quando esteve em nosso mundo ensinou veementemente aos Seus discípulos que Ele era o Alfa e o Ômega, o princípio e o fim de todas as coisas. (Apocalipse 21.6). Quando se despediu dos discípulos disse também, claramente: "Eu sou o caminho, a VERDADE, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim. (João 14.6). Mais adiante no mesmo capítulo Ele promete enviar o Espírito Santo dizendo: "E eu rogarei ao Pai, e Ele vos dará outro Consolador, a fim de que esteja para sempre convosco, o Espírito da VERDADE, que o mundo não pode receber, porque não o vê, nem o conhece; vós o conheceis, porque Ele habita convosco e estará em vós." João 14.16-17.

Por isso, devemos tomar muito cuidado ao aceitar pseudoverdades que não tiveram suas origens no Espírito da Verdade que foi enviado por Jesus Cristo aos que n' Ele creem. Explicando a missão do Espírito Santo, Jesus diz: " ... Quando vier, porém, o Espírito da Verdade, ele vos guiará a TODA VERDADE..." João 16.13. Temos fonte segura onde buscar a verdade, portanto, nem desculpas teremos se optarmos por seguir orientações divergentes das que nos ensina o Espírito Santo. Deus te dê um profundo discernimento baseado na Verdade Absoluta para que você jamais seja enganado nem por filosofias humanas, nem por caminhos espirituais ilusórios e muito menos pelo inimigo da alma humana, aquele que na Bíblia é chamado de Pai da mentira, ou Diabo, que é tão real quanto você e eu, por mais que você não acredite.